“Curitiba é nublada demais para energia solar.” “Com a Lei 14.300, não compensa mais.” A gente ouve essas duas frases quase toda semana. Ainda vale a pena, sim. Mas vale mais para quem entende o que pesa de verdade no resultado. Veja as dúvidas mais comuns e a resposta para cada uma.
“Curitiba tem pouco sol”
Tem menos sol que o Nordeste, mas muito mais do que parece. Pelo Atlas Brasileiro de Energia Solar, Curitiba recebe em média cerca de 4,5 kWh por metro quadrado por dia. A Alemanha, um dos países com mais energia solar instalada no mundo, recebe em média cerca de 3 kWh. Um estudo da UTFPR comparou o mesmo sistema em Curitiba e em Munique, e Curitiba gerou mais.
O que derruba a geração não é a cidade, é o projeto: sombra de árvore ou prédio vizinho, telhado virado para o lado errado ou inclinação mal escolhida. Por isso a SONUN faz o estudo do telhado antes de qualquer orçamento.

“No frio o painel não funciona”
É o contrário. O painel solar trabalha melhor no frio: quanto mais quente a placa fica, mais ela perde rendimento. Os dias frios e claros de Curitiba estão entre os melhores para gerar energia.
“E no inverno, com os dias curtos?”
No inverno o sistema gera menos, e isso já entra na conta. A energia que sobra nos meses de verão vira crédito na Copel, e esse crédito vale por 60 meses. Ele é usado nos meses de menor geração. Por isso o sistema é dimensionado pela média do ano, não pelo melhor mês.
“E o granizo?”
Os painéis certificados passam por testes de qualidade que simulam granizo: pela norma internacional IEC 61215, a placa recebe bolas de gelo de 25 mm atiradas a mais de 80 km/h em vários pontos e precisa continuar inteira e funcionando. Esses testes preveem as chuvas de granizo mais comuns, mas nenhum painel é garantido contra todo e qualquer granizo: pedras muito grandes podem danificar painéis, telhas e carros do mesmo jeito.
Usar equipamentos de primeira linha em tudo faz parte da missão da SONUN. Por isso trabalhamos só com painéis de fabricantes de primeira linha (Tier 1), que passam por esses testes, e fazemos a fixação conforme o tipo de telhado.
“Com a Lei 14.300, não compensa mais”
A lei passou a cobrar, aos poucos, uma parte do uso da rede (o chamado Fio B) sobre a energia que vai para a rede e volta como crédito. Em 2026 essa parte é de 60%. Mesmo assim, a energia do seu telhado continua mais barata que a da concessionária. E a energia consumida na hora em que é gerada não paga Fio B. Explicamos as regras em detalhe neste artigo: Energia solar ainda vale a pena em 2026?
O que faz a energia solar valer mais a pena em Curitiba
- Projeto feito para o seu telhado, com estudo de sombra e da direção das placas.
- Consumir mais durante o dia: máquina de lavar, bomba de piscina e ar-condicionado no horário de sol.
- Bateria, para guardar a energia do dia em vez de mandá-la para a rede. Quem tem bateria ainda fica com a casa ligada quando a luz cai em dia de temporal. Veja como funciona o sistema com baterias.
- Homologação na Copel bem feita, sem atraso para o sistema começar a gerar crédito.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para o sistema se pagar?
Depende do consumo, do telhado e dos equipamentos. No orçamento sem custo, a SONUN calcula o retorno com base na sua conta de luz.
Dá para financiar?
Sim, em até 72 parcelas, necessário análise de crédito.
A SONUN atende a minha cidade?
Atendemos Curitiba e a região metropolitana com equipe própria: São José dos Pinhais, Pinhais, Araucária, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Colombo e outras cidades. Veja a página de energia solar em Curitiba.
Quer saber se vale a pena na sua casa? Peça um estudo sem custo: a SONUN calcula a geração para o seu telhado em Curitiba e mostra o resultado com base na sua conta de luz.

